Japoneses

Mal o japonês chegou ao Brasil, sua esposa já ia ter nenem. Como ele queria prestar uma homenagem a terra que tão bem o acolhera, resolveu dar um nome brasileiro ao filho. Pediu uma sugestão para um amigo que lhe disse: – Sugiro Alberto, Ronaldo, Carlos, Antônio… E o zapon, todo satisfeito: -ótimo nome! ótimo nome! Nome garoto ser Sugiro, no?

O jovem inconformado por não dar sorte com mulher bonita, vai procurar um grande sábio japonês (claro !!!) – Mestre, o que épreciso para um cara conseguir um mulher linda e gostosa??? E o sábio responde: – É precisoo karatê, né ?! O jovem discípulo não entendendo direito, pergunta: – Karatê, mestre ?? – Sim. É preciso o karatê beleza,o karatê cabeça, okaratê carro, o karatê grana…

Um dia, o português resolveu tirar uma onda com a cara do japonês: – ô Kioto, me falaram que teu pinto e deste tamaninho. – Enton quer dizer que seu muié já contou proce, hein?

O japonês era meio tímido e levou a namorada pro cinema. Então ela teve de tomar a iniciativa, com todo jeitinho. Devagarinho, ela foi enfiando a mão pela braguilha a dentro e nada, aquela dificuldade. De repente, o japonês diz: – Ta duro, no? E ela: – É, ta duro de achar.

O japonês chamou a aeromoça e disse: – Pode avisar zapon, quando tivermos sobrevoando Nova Iorque? – Pode deixar, cavalheiro! Passados alguns minutos, deu uma baita dor de barriga no japonês e foi ao toilete dos homens. Mais alguns instantes, a aeromoça bate na porta do toilete e avisa ao japonês: – Cavalheiro, estamos sobrevoando NOVA IORQUE! – Ta certo, mas agora quero ver CHICAGO, no?

A mulher do japonês tá lá tomando banho e grita: – Akiro, traz o sutia pra mim! – Sutia pra que? Non tem nada pra segurar… – Ah, e? Enton por que você usa cueca?

Japoneses e suas profissões: * Takamassa Nomuro ? pedreiro * Kotuka Oku Dokara ? proctologista * Katano Okako ? gari * Kawara Norio ? pescador * Tanaka Traka ? cobrador de ônibus * Fujiko Oro ? trombadinha * Kurano Okoko ? psiquiatra * Kijuro Burabo ? banqueiro * Armando Oboro ? confeiteiro * Takafuro Nokoko ? neurocirurgião * Kutuka Aguya ? acumputurista * Dibuya Omiyo ? roceiro * Hideo Orrabo ? homossexual * Kaguya Nopano ? costureiro * Kanota Nakama ? prostituta * Fumiko Karo ? traficante

O japones telefona para o chefe: ‘Sefi, Japa no vai trabaia hoji, muito doenti. Dô cabeça, dô baliga, dô perna. No vai!’ Diz o patrão: ‘Mas, Japa, eu preciso muito de você aqui, hoje! Olhe, quando eu me sinto assim, eu procuro minha mulher e peço para ela fazer sexo comigo. Isto me faz sentir melhor e então eu posso trabalhar. Tente isto.’ Algumas horas mais tarde, o japonês telefona e diz: ‘Sefi, fazi o que sefi mandô. Sinto booom! Za vai trabaiá. Bonita sua casa, sefi!’

O sujeito estava desconfiado que a mulher dele estava aprontando. Ai contratou um detetive japonês para vigiar a mulher. Depois de algum tempo, o detetive apareceu com o primeiro relatório. – Conta! – pede o marido. – Zapones seguiu seu mulher, non? Ai ela entrou no taxi. Zapones atras. Ai seu mulher entrou num hotel, zapones descobriu quarto de seu mulher. Tinha arvore em frente de janela do quarto, non? Ai chegou homem. Homem tirou a roupa, mulher tirou a roupa. Seu mulher ótima, non? Ai seu mulher deitou na cama. – E ai? O que foi que aconteceu? – Ai zapones caiu do arvore, non?

Foi num jantar oficial lá em Brasília, oferecido ao decano dos embaixadores. Acontece que o decano era japonês. Sentou-se ao lado dele a mulher de um diplomata que ia ser transferido para o Japão. Como a língua oficial hoje e o inglês, o papo se desenrolou nesta língua. Lá pelas tantas, a mulher perguntou ao japonês: – Sir, do you have elections in Japan? Ao que ele respondeu: – Yes, madam, evely molning.

Japonês resolveu pintar o pára-choque do caminhão: – Por favor, pinta DEUS ME GUIA bem bonitinho, no? – O sujeito caprichou nas letras e zapon foi embora contente, só que na primeira esquina deu a maior porrada no poste. Passados uns dois meses, voltou lá com o caminhão todo consertado. – Vamos pintar frase bem bonita no porochoque, no? – Ja sei, vamos pintar DEUS ME GUIA. – No, no, agora muda, ne? Pinta JAPONêS MESMO GUIA!

No primeiro dia de aula nos EUA, um japonesinho de nome Matsushita, entrou na classe. A Professora saudou a classe, e disse: -Bom dia turma, hoje temos um novo colega na nossa sala, ele acaba de chegar do Japão. Vamos começar hoje com um pouco de história Americana para que ele saiba um pouco sobre nosso país. – Quem disse ‘Dêem-me a liberdade ou a morte’? -perguntou a professora. E viu apenas um mar de caras de ignorância, com exceção a do Matsushita que estava de braço levantado. – Patrick Henry, 1775, disse o pentelho. Agora, disse a professora, quem disse ‘O Governo do povo, pelo povo para o povo, não deve nunca extinguir-se da face da Terra’? Mais uma vez, tudo calado exceto o Matsushita: – Abraham Lincoln, 1863. A professora virou-se para a classe e disse: -Vocês deveriam ter vergonha. O Matsushita, que acabou de chegar ao nosso Pais,sabe mais sobre ele do que vocês. Assim que a Professora se virou para escre ver no quadro, ouviu-se uma voz: – Malditos Japoneses! – Quem disse isso? – perguntou ela. O Matsushita levantou o braço: – Lee Iacocca, 1982. A esta altura do campeonato, um aluno já puto com o ar de superioridade do Matsushita em relação ao resto da classe, levantou-se e disse: – Vou vomitar! – Quem disse isso? – perguntou novamente a professora. Mais uma vez, o Matsushita levantou o braço: – George Bush para o Primeiro Ministro Japonês, 1991. Já furioso, um outro aluno grita para o Matsushita: – Por que você não chupa o meu pau ? – A professora: Quem disse isso ??????????? Mais uma vez, resposta do Matsushita: – Bill Clinton para Monica Lewinsky, 1997…

Zapon tava dormindo com a mulherzmha quando o ladrão arromba a janela e pula pra dentro do quarto com um baita revolver. – Fiquem onde estão! O Japonês acorda apavorado e o ladrão manda ele ficar em pé no canto do quarto. – Agora vou ver essa japonesinha. To achando ela muito bonitinha. Vai pra cima da japonesa e diz: – Fica quietinha, senão o meu amigo mata o seu marido. Vai ter que fazer tudo o que eu quero, senão o seu marido vai pro beleléu. E o ladrão deitou-se na cama e o japonês ficou olhando com a cara mais triste do mundo. Acabado tudo, os ladroes foram embora e a japonesinha caiu nos braços do marido, chorando: – Perdon, perdon, eu tinha que fazer, se non bandido matava malido, no? Malido perdoa, no? – E o japonês calado, com a cara fechada. – Por que não fala, malido? Você esta triste com mulhezinha seu? Ou fazia ou ladrão matava malido, non? – E o japonês caladão. – Fala alguma coisa, malido! E o japonês, muito brabo: – Plecisava mexer, plecisava?

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